Infantis

Memórias Infantis - Parte 1

Memórias Infantis - Parte 1

Minha primeira memória. Aquela incipiente. Ela mesma. Da época das fraldas.Jamais chupetas . Lembro-me de uma sala espaçosa. Carpetes Verdes. Uma TV cinza e prata,daquelas de botão de girar . Vejo um jovem senhor, calvo , barba ainda preta, sem camisa, de jeans e cinto . Sem meias .

Era pequeno. Agora, nesse tempo que não voltará, estou sentado nu em um chão frio. Água cai do teto, bate em meu rosto , Gosto da sensação , do som da água caindo naquele frio chão de ladrilhos vermelhos . A porta era de plástico e alumínio … … água …

Lembro mais uma vez de água . Desta vez estou em um branco tanque, acompanhado mais uma vez por aquele jovem senhor, calvo, de barbas ainda pretas, banhando-me numa água gostosa. Que sensação Maravilhosa. Logo em seguida vejo um pássaro branco em uma gaiola. Indago seu nome. Sem titubear, o jovem senhor indica o nome, mas não me recordo agora . Curioso foi observar (se não me falha a memória, pois posso juntar fragmentos temporais em uma única lembrança infantil) outro pássaro aproximar-se de nós . Lembro deste mesmo senhor dizer-me que todos os dias esse pequeno passarinho visitava o branquinho para comer o seu alpiste, por vezes um quarto de tomate que ficava preso em sua gaiola . Ao lado do tanque tinha uma janela, e dela vejo árvores e um pouco da rua .Talvez uma garagem, com alguns fuscas. Um era branco… ou bege … Algo assim .

Desembrulho minha memória mais uma vez . E mais uma vez o jovem senhor me acompanha . Mãos dadas . Não uso mais fraldas. Uso um short azul escuro, chinelos de dedo .Sem camisa. Faz Calor.

Atravessamos uma “rodinha” (que tem o chão pintado com um boneco cabeça de bola de futebol e corpo formado por quadrados vermelhos e verdes) onde crianças brincavam. Chegamos, eu acho, em uma padaria.

Ele café. Eu picolé. Andamos mais um pouco. Agora, corto o cabelo. Ele, apara a barba. Rimos bastante em toda caminhada.

Já voltamos pra casa. Com toda maestria na arte de preparar mingau de aveia com neston, me oferece um . Como deliciosamente feliz. Em seguida, chegam meus pais, e, um cara, alto e magro, de cabelos negros e lisos, sai de um dos 3 quartos, trajando apenas um short de nylon branco, segurando uma maçã. Ele morde meu braço, lambe minha testa ,me faz cócegas na barriga , oferece um “tasco” da maçã, me põe no colo e liga a TV. Vai ter futebol. É o Brasil em campo.

Da cozinha vem um cheiro maravilhoso de comida. Vou até ela. Lá tem um bebê de fraldas, moreno e bem cabeludo, uma jovem senhora sorridente com um cigarro entre os dedos, dizendo – “não votei neste filho da puta do Moreira” – emenda para mim um sonoro – “Bunitão da vó” . Ela me pega no colo. Me “passa” para uma mulher jovem, bonita, com sorriso nos lábios, olhar carinhoso, de fala doce e mansa, com grandes e rosadas maças faciais. Ela tem um colo gostoso. Sinto-me aconchegado.

Volto para a sala e lá está um senhor, sentado em uma poltrona marrom, vestindo blusão branco de botões e bermuda de linho. Idade avançada, calvo, calado e com um olhar intrigante, seco, daqueles sem brilho e insosso . Não transmite nada além de silêncio. Ainda na sala , vejo minha mãe : Linda e sorridente, com longos cabelos negros, apaixonante, radiante de profundo olhar doce e forte, acompanhada de meu pai, palitando os dentes, debruçado na janela, talvez falando com alguém que passava na rua. Parecia um garoto de tão jovem, com cabelos ainda negros e corpo esguio, de bermuda jeans e sem camisa. Ele me pega no colo . Vai começar o jogo .

Sem precisar data. Apenas no chute, minha mente me presenteia com uma cômica memória. Era um domingo de manhã | tarde . Eu, acompanhado do cara alto, magro e de cabelos negros , uma linda e bronzeada morena de olhos mel, corpo esculpido, cabelos longos e negros, assistia um Grande Prêmio de fórmula 1. Não. Na verdade assistíamos o mito Senna desbravar com coragem e sabedoria as curvas e retas , com sua Mclaren , para derrotar as poderosas Willians de Nigel Mansell e Prost (Não tenho certeza se era o competente, vitorioso e mau caráter piloto francês). A corrida não era das melhores. Senna tentava a recuperação da liderança. Mas não conseguia. O marasmo prosseguiu até meu pai entrar no quarto onde estávamos e perguntar :
– “Quanto tá a corrida “?”
– e o cara alto responder :
“ 2×0 , dois gols do Senna de cabeça !.”

Gargalhadas ininterruptas perpetuam-se até hoje .

Ayrton Senna, do Brasil (il…il…il) só me traz boas lembranças. Bom. Pelo menos até a 3ª corrida do mundial de 1994, que em um fatal acidente, Sennãozão boladão foi correr em outras pistas ,liberto em espírito.

Voltando as boas lembranças, lembro claramente de um Grande Prêmio do Brasil, talvez de 1993, já em Interlagos, Sampa, não mais em Jacarépaguá na Maravilhosa Cidade em que nasci, e vivo até Hoje .

Neste dia, eu , pai, mãe e magrelinha maninha amada, almoçávamos em nossa casa um delicioso assado com coradas batatas baroas acompanhando o chuvoso GP Brazuka . Sennãozão boladão fez uma corrida impressionante. Voando baixo , em baixo de um temporal absurdo. Ele era tão phodalhão, que em primeiro lugar com sua Mclaren vermelho e branca, deu uma volta no segundo colocado (Damon Hill) . Ganhou com força este dia. Corrida tão boa só aquela em Mônaco, onde segurou por muitas voltas o coração de leão – Grande Nigel Mansell .

Falando em Mansell . Ele me proporcionou um exemplo de camaradagem e improviso jamais visto em qualquer esporte. Principalmente neste tão disputado, elitizado e fomentador do egocentrismo:O mundial de formula 1 . Senna liderava a corrida até 100 metros da bandeirada da vitória
quando de forma cruel, o combustível de sua Mclaren acabou. Seu carro parou. Senna desesperadamente saiu do Cockpit e tentou, em vão, empurrar seu carro. Mansell se aproximava de Senna e da vitória, mas antes de alcançá-la, parou seu carro ao lado do Senna e ofereceu uma “Carona” . Senna subiu no carro de Mansell, e lá ficou até a chegada ao podium. Minha memória até “reinventa” um final, onde o Brother Leão convida Senna para o topo do pódio e o faz erguer a taça da vitória, que retribui com um doce banho de champagne.

Belo exemplo de “fairplay”.

Exemplos positivos e fantásticos que carrego em meu peito e memória, retiro de minha família, experiência de vida e de expoentes do esporte . O flamengo por exemplo , com o seu incomparável Galinho de Quintino me nutriram e nutrem de paixão, Amor, compaixão, respeito ao próximo e , principalmente, me ajudam a entender o que é a vida :

Uma corrida de obstáculos, onde a glória também pode vir da derrota .

“Que memória de elefante”, diria um grande Broda meu . Lembro de cenas raras. É cada coisa que lembro, que às vezes me assusto .

Submerso em memórias incipientes, vejo-me deitado em colchonetes ao lado de outro jovem senhor, de cabelo crespo quase marrom. É noite . Estamos na sala. TV ligada . Tá na hora do jornal noturno. Durmo . Amanhece e vamos a pé até uma banca de jornal. Aponto para uma revistinha do Cebolinha. Ele leva todas as que eu queria, alguns jornais e revistas. De lá, padaria. Pão de queijo, sal e doce. Ao chegarmos em sua casa, la estava minha magrelinha, amada maninha, acompanhada de uma eternamente jovem senhora, de fala doce e cabelos loiros . A jovem , bela e sorridente senhora prepara um maravilhoso lanche matinal para nós quatro. Ela toma um preto, acompanhado de pão com “mãetega”, levemente pincelado no café . O forte senhor de palavra idem também é sorridente e brincalhão. Poucas palavras, sim, mas ele fala com o olhar, que transmite segurança, respeito, sobretudo amor a família .

Amor a família. Encontrei isto em todos os olhares das pessoas citadas aqui, salvo no do senhor de idade avançada, sentado em uma poltrona marrom . Não consigo decifrá-lo . És uma esfinge .

Falo dele, lembro de um quadro . Uma foto em PB, emoldurada em alumínio. Fundo verde . É o perfil de uma mulher, ainda jovem, sorrindo, com uma pinta (sinal) acima dos lábios superiores, a esquerda, idêntica a que tenho, no mesmo local, mesmo tamanho. Estranho. Intriga-me. Infelizmente não a conheci, ou a reconheci , talvez,em mim mesmo .

Descortino a mente e encontro novas lembranças. Agora estou só com a parte debaixo do pijama . Como um pedaço de pão, sentado em cima de uma pequena mesa. Pés não tocam o chão . Uma senhora esguia, porém forte, arruma meu quarto e conversa comigo.Tem um sorriso sincero e olhar carinhoso . Chamo-a por Dadá e peço mais um pão. Ela me recomenda um suco, pois já comi o suficiente. Sem reclamar agradeço pelo suco. Dadá Tinha razão.

Pergunto por minha mãe .“Tá Dormindo”, responde. Vou ao quarto dela, e sutil quanto uma patada de elefante a chamo . Tão sutil quanto, ela ordena :

“ Vá brincar e me deixe dormir, Fael, porra ! ”. Mas quero ir para o Play ! .

A fome bate. Está próximo do almoço. Talvez umas 11 horas. De cara amassada, com lindos cabelos negros, ela toma um preto café. Logo após me pega no colo, me faz um carinho. Está pronto o almoço. Feijão, arroz, carne moída, ovo cozido, abóbora e aquele tempero especial materno. Prontos para o playground . Quero piscina, mas está fechada . Provavelmente era segunda-feira. Possivelmente estava de férias ou ainda não ia para escola, pois em momento nenhum vi nesta memória longínqua minha amada magrelinha, de voz estridente e malandramente brincalhona.

Não tenho muitas lembranças ao ar livre junto a meu pai. Lembro dele jogando vôlei com os amigos. Rindo com os queridos amigos do prédio onde morávamos e formávamos uma família de mais de 100 pessoas. Muitas crianças.Muitos Pais.Todos Irmãos.

Pai. Garoto pai. Jovem e Belo . Verbalizava um amor incondicional. Lembro de uma manhã, em nosso pequeno e aconchegante apartamento de 2 quartos. Ainda éramos apenas três. Ele preparou um “mamá” porradão de chokomilk, ainda se arrumando para o trabalho, me pegou no colo, fez cócegas e me abraçou como quem queria dizer: “ Filho, te amo . Vou sair para conquistar nosso pão, mas volto. Ah meu filho, como queria ficar com você a manhã inteira, só nós dois, se divertindo para sempre…

Em seguida deu-me a mamadeira e sentou-me no sofá. Ligou a TV. Passava “Gato Felix”. Senti um olhar apaixonado nele, não só por mim, mas pela conquista da liberdade de escolher o que queria para sua vida. Apaixonado por lutar pela e construir uma nova família. Uma nova vida sem amarras, mesmo banhado em dúvidas sobre o futuro, tanto de seu emprego quanto de seu casamento. Um quê de angústia, mas daquela gostosa, que fomenta o caminhar do homem moderno, de coração gigante e mente forte. Mole do coração. Rocha em caráter.

Lembrei de ar livre. Um passeio. Algo assim . Acompanhado por meus pais e avós paternos, ando com um curioso brinquedo em mãos. Tinha um cabo vermelho e comprido. Na ponta dele, uma roda, parecida com uma daquelas que facilmente encontramos em gaiolas para hamsters, só que gradeada. Dentro, tinha 3 pequenas bolas coloridas, que conforme eu empurrava o brinquedo, percorrendo o chão, produzia um barulho bem legal, daqueles que são como música para tímpanos infantis. Só para tímpanos infantis, amantes do chocalho, de flautas mal tocadas e gritos estridentes, produzidos por cordas vocais e pulmões igualmente infantis . Visto uma blusa de botões, bermuda de linho, meias brancas, sapato e cinto bege. Vejo uma igreja gigante.

Deste mesmo dia, lembro de uma dor aguda. Estou tonto. Uma coisa de ferro, tipo uma cadeira, inexplicavelmente, bateu em minha cabeça. Tudo ficou cinza. Chorei copiosamente no colo do meu forte avô paterno, que com um olhar doce, simultaneamente intenso e duro,acompanhado de um balbuciar e cânticos , me acalmava, protegia e sofria minha dor.

Por trás de seus óculos embaçados, vi em seus olhos sua alma bronca e amável. Vejo muita força em seu espírito, carregado de emoções de diversos sabores. Vejo mais desprazeres do que prazer. Calejado coração sofrido. Vitorioso espírito guerreiro. Combatente da injustiça terrena. Seu espírito o amoleceu, para que seu coração vagabundo abraçasse o mundo e, principalmente, construísse uma numerosa família
,banhada em amor, intrigas, amizades e desamizades. Um certo rancor bronco,mas longe do ódio opióide, peculiar ás incólumes diferenças, aquelas inexpugnáveis diferenças ásperas que só os inimigos nutrem entre si. Isso não, jamais. O amor e respeito conseguiu vencer as barreiras das intrigas provocadas pela boca pequena,pelo disse-me-disse fomentador de picuinhas calhordescas.

Ele venceu ao nascer derrotado. Sem pai, mãe ou berço. Forte Guerreiro. Calado Amigo. És para mim um exemplo. Tão ou mais herói do que os que eu lia nos quadrinhos que o senhor ganhava de natal dos seus adotivos pais. Agora entendo o porquê da “não economia” na hora de me presentear com quadrinhos.
Afeto discreto. Amor Concreto !

Após lembrar de ar livre e remeter a figura forte de Oldemar, fui mais a fundo em minhas memórias. Pra quê Fiz Isso ? Entrei em um vespeiro. Melhor.Em uma colméia de abelhas, que tem bastante Mel, mas para consegui-lo, invariavelmente serei picado .

Então lembro de um Sítio. Piscina gigante quase me afoga. Estátua de Leão. Primos de sangue bem próximo, hoje afastados por intrigas, desventuras concretas. Falta caráter para alguns deles. Mas nesta lembrança, talvez não. Neste lugar de lembrança remota, durmo em colchonetes, no chão, entre meus pais.Tenho 4 anos, talvez 5 ou 6. Possivelmente Maninha bebê. Posso estar misturando memórias, mas de um mesmo lugar.

Quase me afogo. Garrafas de cerveja no chão. Uma menina moreninha “pipocamente” pulava e cantava, com seus cabelos negros e presos tipo “Maria Chiquinha”. Ela trajava um conjuntinho infantil amarelo bem claro, com pequenas flores brancas estampadas. Estranho. Eu a amo, assim como também amo a grande maioria que vejo neste lugar, ao redor da piscina, perto do galinheiro ou atirando com arma de chumbinho em alvos imóveis. Sinto nojo e medo de um cara-amarrada mas sorridente homem, trajando short azul de listras brancas, encostado em um portal azul. Ele está ali, parado com um pé apoiado na parede, fumando e olhando para 3 meninas com certo ódio e um quê de amor. Este portal próximo ao cara-amarrada é da porta da cozinha, que é de frente para um quintal. Neste tem um cachorro que tenho medo, pavor profundo.Ainda com este cagaço invariavelmente profundo, trajo apenas uma sunga azul, bóias amarelas. Agora estou dentro do galinheiro com a moreninha sapeca e saltitante, acompanhada de uma loirinha emburrada. Sinto-me disputado. Querem minha atenção, mas estou apavorado por estar dentro de um galinheiro fétido, quente e, principalmente : Cheio de galinhas estranhas que queriam me bicar, sei lá… cagacinho infantil.

Infância . Doce Infância.

Ainda bem que a próxima psicografia de mim mesmo reserva mais uma ótima lembrança. Uma casa grande, com o pé direito enorme. Quintal nos fundos. Piscina de plástico grande e redonda. Ao redor, folhas de boldo, dentro dela um bisavô engraçado, convenceu-me a provar uma folha. Horrível. Que gosto duvidoso. Faço cara feia, ele ri e me afaga os cabelos molhados.

Nesta mesma casa vejo Claudia, minha prima, dando aula particular para um garoto mais velho que eu. Linda e Jovem, me olha com uma ternura imensurável, com um “quê” de “Vá brincar Rafinha, e deixe-me ganhar um troco” . Foco meus olhos em direção a cozinha. Nela encontro uma senhorinha de voz doce e fraca, idade avançada, cabelos curtos e cinza.Ela usa um vestido branco e avental com bolinhas azuis.

Doce Yolanda. Discretas covinhas nas bochechas .Bem magrinha. Cozinhava guloseimas fantásticas. Oferece-me um doce feito por ela. Como depressa. Manjar dos deuses. Muito melhor do que Boldo Verde.

Nesta mesma casa, jogo totó com minha prima Roberta .Após, tomamos juntos um banho bom, no banheiro do quintal. Desta casa só boas lembranças.

Quer dizer, nem todas.

Certo dia estava la, com um balão de gás preso em um barbante. Eu segurava com força para não perdê-lo. Um leve descuido, freqüente em mãos infantis, me fez chorar. Maldito pé direito alto. O balão escapou e repousou no teto da sala, para jamais ser alcançado, nem por um adulto, até que o gás se dissipasse. Mas foi nesta casa que ganhei minha primeira camisa do Mengo, mesmo contra vontade de meu Pai e principalmente avô paterno. Fora que era ali que comemorávamos o natal .

Lembro de uma cena armada por meu forte avô paterno.Ele tem a manha de encantar crianças quando quer. Achava-o mágico certas vezes. Foi na véspera de um natal, no meio da década de 1980 que pela primeira vez fui tocado pela magia. Disse meu avô, próximo da meia noite : “Rafa, abra a porta da rua, acho que tocou a campainha, é pra você ..” .A porta já estava entreaberta. Escancarei-a como toda criança obediente, mas não vi ninguém, e sim um enorme embrulho vermelho postado no capacho da entrada da casa. Olhei incrédulo. Mas o mais inacreditável estava próximo dos meus ouvidos. Escutei uma alta risada : “ho-ho-how” .Era o Papai Noel, com seu enorme saco vermelho a tira colo, já alguns metros distantes. Ele olhou para mim e disse : “ Feliz natal meu amiguinho ! Eu gritava : “ Vovô, Vovô, eu vi o Papai Noel… Eu vi o Papai Noel.

Dentro do vermelho embrulho estava contido todos os meus sonhos infantis ….

Memórias Infantís (Parte 1), por RLB : 10|02|2010

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