Publicado por: cidadedopensar | 05/08/2011

Simulacro Remix


 Estou aqui porque quero escrever sobre o caos que é viver em paz. A escolha a ser feita é driblar ou enfrentar o meu pensar: “modus vivendi” particular. Ficciono uma realidade alternativa minha ao driblar. Machuco alma e coração ao enfrentar. O Pleno sabor agridoce me vem à boca no momento em que escolho driblar e enfrentar as teias do meu pensar. Concordo em discordar de mim vezes pontuais. Como agora. Tentei driblar. Apenas driblar. Mascarar uma verdade ou inverdade apenas para seguir um roteiro. Penso. Existo. Desisto. Refluo.

 Viver em paz na minha concepção não é atingir o Nirvana, redução da violência urbana, comida, abrigo e educação qualificada para todos humanos ou humanoides. Não. Isso não é paz. Sim, é uma utopia do real em que merecemos viver. Morrer por isso, e não por petróleo e gás.  Viver em paz é pensar sem rédeas em rede. Vozearia mental. Caos adquirido.  Confuso a outrem.  Confrangido pensar maldito e indecifrável. Decifro meu pensar a todo instante. Brilho e ofusco-me simultaneamente.  Mente insana, corpo idem. Mas sem máscara nem eufemismo. Feminista intuição.  Macho sem dúvida, mas de pensar híbrido. Penso como um homem. Amo a mulher ao ponto de adquirir sua intuição.

 Descobri no parágrafo acima o porquê do meu escrever: Quero por a desordem híbrida do meu pensar em papel para um ou outro ler. Chegue mais perto. Critique, adore, ame e enjoe-se. Odeie minhas palavras. Leia – as.  Saiba que apenas um ser neste mundo realmente importo em ter como um leitor assíduo . No momento ele é mais ouvinte do que leitor, mas graças ao destino, ele gosta das minhas palavras. Satura-se também. Mas Gosta.  Gosto e quero ter você, nobre desconhecido(a) , como meu leitor ou ouvinte. Quem sabe até “Vidente”.  Por enquanto fico com meu fiel Leitor-Ouvinte. Sem mascara, dribles ou coisa parecida desfraldo a verdade lisa e pura: Escrevo para posteridade. Para poucos. Para mim. De certa forma, Para que meu pequeno Ouvinte conheça um simulacro da verdade que me incendiou a vida e claro, tenha ciência dos personagens que passaram por ela. E um destes personagens é Ronald Leonardo, Meu Avô Paterno.

Manje um Bolero de Ravell... "Dolá dolá  do lado de cá" é o cacete !

Manje um Bolero de Ravell... "Dolá dolá do lado de cá" é o cacete !

Se não me engano, cerca de 3 horas atrás… Não… 4 horas? Mas como começou?…….
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