Publicado por: cidadedopensar | 16/08/2009

Castigo


Castiga-se.

Castiga-se.

O olhar de uma bela congela a alma.
Liberta e Conduz-te ao delírio.
No primeiro toque a ama.
Causa calafrio.

Moreno olhar, de pele macia.
Seu cheiro tem sabor.
Morango, Champagne ou Melancia.
É todo torpor.

Sem marasmo algum.
Te enlouquece com fala mansa.
Não precisa de gim com tônica nem rum.
Te ama com força e não se Cansa.

Morena mulher pequena.
Um metro e sessenta e pouco.
Desenha o prazer sem pena.
Difícil não ficar louco.

Entre tantos, o escolheu.
Amou-te, como jamais será novamente.
Presenteou-o e se arrependeu.
Por que você não a amou de forma decente ?

Agora vive sem amor.
Nostálgico, andas a esmo.
Procura um novo torpor,
enjaulado em sí mesmo.

Escrito por: “Cidade do Pensar”


Responses

  1. Belíssima poesia, Rafa. Fiquei a imaginar tão bela figura e pensando o quão felizarda foi em ter tão delicado admirador. Um abraço!

  2. Uau … que belo!

  3. O meu filho.. O véio aqui ficou emocionado… lembrei de minha gertrudinha querida . Entre no meu blog para entender meu amor por Gertrudes :

    http://velhoulympio.wordpress.com

    Cordialmente,

    Ulympio Barroso .


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